Wednesday, July 15, 2009

Parabéns à Xu!

Parabéns a mim! :)
29. Parece-me um número bonito, mas "assustador". Estou na recta final dos vinte para entrar já no próximo ano nesse número muito redondinho que são os 30. E, segundo me dizem, daí aos 60, é um pulinho. Medo!

Gostava de ser jovem para sempre.

Sunday, July 5, 2009

Só para partilhar

Às vezes tenho a sensação de que os homens, em certas situações, ou se fazem de parvos ou são irremediavelmente estúpidos.
Ontem à noite acho que presenciei a segunda opção. Assim mesmo, à cara podre.

Saturday, July 4, 2009

Estória XIX

A cama vazia guardava os últimos dias em que ele tinha dormido ali. E ela embrulhou-se no lençol e respirou fundo. Não sabia se tinha medo ou se gostava da cumplicidade (quase) diária que tinham tido naqueles dias.

S. Sebastiona

E eis que volto da bruma, qual D. Sebastião.
Eis que sobrevivi a estas duas últimas semanas e, desconfio, ainda hei-de conseguir sobreviver a uma próxima (assim o espero).
Valem-me os devaneios (excelentes) que vou tendo pelo meio e nas pouquinhas horas vagas que vou tendo.

Saturday, June 20, 2009

Fazer nenhum

E hoje foi dia de praia.
E soube-me pela vida! Bem preciso de ganhar forças para o trabalho e o stress que lá vem.

Conversas

- Já dormes?
- Quase.
- É que eu não consigo.
- Vai falando, eu oiço-te.
- Quero conversa.
- É quase manhã.
- E então? Estou desperta.
- Então que vamos ter de te cansar para te pôr a dormir.
- Gosto!

Thursday, June 18, 2009

Oh God!

Adivinham-se tempos de trabalho muito difícies. Prazos apertados, projectos para ontem e muito pouca gente para ajudar a dar conta do recado.
E eu sinto-me cada vez mais cansada e sem forças. Preciso urgentemente de respirar fundo e de ter umas verdadeiras (e bem merecidas) férias.

Tuesday, June 16, 2009

Avô

Há coisas na vida que nos ultrapassam, que mexem connosco de uma forma quase inaudível mas que afectam o nosso coração como nunca... e o aperto de perder alguém que amamos é uma delas.

Hoje, pela primeira vez desde que o meu avô ficou doente, senti que provavelmente não o terei comigo muito mais tempo. E isso dói-me. Na alma e no coração. Muito.
Nunca fomos muito muito chegados mas as vivências que tenho com ele são bonitas e lembram-me uma infância muito feliz.
Tinha uma memória fantástica e uma força admiráveis. Parecia daqueles homens que jamais serão derrubados, imune a toda e qualquer desgraça.
Hoje vejo somente uma pequenina parte do homem que foi e acho que há muito que partiu. Vê-lo prostrado, inerte, pequenino, magrinho e de olhar perdido (tenho a certeza que não me reconheceu), parte-me o coração. E eu não mostro nada disto a ninguém. E, até hoje, nem sequer uma lágrima me tinha caído porque simplesmente nem conseguia reagir.
Não sei o que o amanhã nos trará (a nós, família) mas tenho a certeza que prefiro vê-lo partir a sofrer desta maneira. Dói(-me) demais.

Update

Monday, June 15, 2009

15

Precisamente daqui a um mês faço anos.
Confesso que a ideia de envelhecer não me agrada muito, mas adoro pensar na festa, nos telefonemas, nos mimos, nos beijinhos e no colorido do dia!

Novo capítulo

Ando cheia de borboletas na barriga.
Só é pena que a coisa também vá alternando com crises agudas de stress e outros delírios (uns mais estranhos do que outros).
 

Santo António

E dos 5 dias de ronha (vulgo, mini férias), posso dizer que aproveitei todo e mais algum bocadinho! Praia, amigos, conversas boas em esplanadas, jantaradas, santos, devaneios (muitos e grandes), dormidas até tarde e 1 kg a mais de boa vida! :)

Tuesday, June 9, 2009

Moral da história

"It takes two to tango!
Nós ensinamos aos outros como nos devem tratar. Se impusermos limites e esses forem ultrapassados e não dissermos/fizermos nada, então também nós estamos a compactuar com a outra pessoa.
É sempre mais simples e confortável culpar os outros, olhar para nós e entender que deixámos que a situação se arrastasse, é mais complicado."


(in, Anónimo)
Acabaram de me estragar o raio da tarde. Achava eu que depois de almoço entrava nas minhas mini férias mas acabei de saber que, se me despachar lá pelas 19h, já será muito bom.
&/%#&%$#"%$%%&%&!!!!

Noites

E...novidade!....Voltei a dormir mal.
Agora é todos os dias a mesma coisa. Não sei o que se passa. Ou melhor, sei, mas não me consigo abstrair. Talvez não fosse má ideia se, por uma vez na minha vida, ganhasse coragem e conseguisse dizer (-lhe) tudo aquilo que sinto e penso.

Weeeeeeeeee


Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta! Deram-me a sexta!!!!!

Monday, June 8, 2009

Será que se confirma?

E num instante tudo muda.

Para entrar no espírito daqueles que estão de férias...



Já cá cantam



* Numa outra cor que não esta.

Estória XVIII

Ele olha-a da porta da sala, voyer. Ela finge que não o vê, mas nos olhos que se comem deixam que o mundo inteiro desapareça e fique somente a sala, a pose lânguida no sofá, a atitude felina e de luxúria que antevém uma dança inventada à pressa, onde ela se perde e ele faz por se perder.
E (re)começa tudo uma vez mais.